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domingo, 30 de janeiro de 2011

Escrevendo nome no EVA



                                                                          Créditos

Mais uma dica muito interessante que vai te ajudar a realizar melhor e com mais qualidade o seu trabalho.
Como fazer?
1► Imprimir a palavra na fonte e tamanho desejado
2► Recortar o nome
3► Transferir para o eva pelo avesso
4► Recortar e quando virar pelo direito está a palavra
Demais não é??!!!
Bom trabalho! Bjinhos

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Projeto Volta às Aulas

                        Segue abaixo sugestão para receber os alunos no primeiro dia de aula

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Volta às aulas

Crie Espaço Acolhedor Na Volta às Aulas











Fonte: Revista Atividades Escolares. Especial Volta às Aulas. ANO 2, Nº 2- 2009.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Textos de reflexão para reuniões

Mais uma sugestão para as suas reuniões...


O NOME DA ROSA. Durante meu primeiro ano da faculdade um certo professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido a todas as questões até chegar à última: "Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?".
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco. Um pouco antes da aula terminar, um colega perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção, mesmo que seja para dirigir-lhes um simples 'bom dia'. Um bom profissional é, antes de tudo, uma boa pessoa, e uma boa pessoa não ignora ninguém. Principalmente aquela que limpa o chão que você suja todo dia."
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorotéia.

PÉ PRA TRÁS, CABEÇA PRA FRENTE.
Um médico chamado Jaime Smith era a favor da eutanásia. Certa vez foi chamado para fazer um parto muito difícil, numa casa muito pobre. Após várias horas de trabalho, nasceu um menino. Mas, viu que ele tinha um pé para trás. Imediatamente pensou: "Esta senhora é muito pobre e já tem 8 filhos, como é que esta criança vai se desenvolver neste estado de pobreza? Se eu der uma injeção nesse bebê agora e matá-lo vou acabar com todos os problemas que eles poderiam ter".
Então tirou da maleta uma seringa e a preparou. Quando já ia aplicá-la na criança, escutou uma voz que dizia: "Quem é você para decidir o destino desta criança? Com que direito você quer tirar uma vida?”
Apavorado, largou a seringa, receitou alguns remédios e foi embora.
Passaram-se alguns anos. Num certo dia sua filha foi com o esposo a uma festa. Ao retornarem, começou a chover. O carro derrapou e bateu, matando a ambos. O médico passou então a cuidar da neta, a única pessoa da família que lhe restara.
Quando esta tinha 3 anos, adoeceu de uma enfermidade sem cura. Aí começou uma verdadeira correria para ver se a salvava. Procurava com vários colegas de todas as partes do mundo uma solução para o problema da neta e não conseguia a cura. Até que um dia, conversando com um colega, este lhe disse que tinha ouvido falar de um médico de uma cidadezinha do interior que estava fazendo experiências muito avançadas sobre a tal doença.
Imediatamente pôs-se a caminho para conhecê-lo. Chegando à tal cidadezinha, o colega explicou-lhe que as experiências ainda eram iniciantes, sem garantia de cura. O Dr. Jaime Smith resolveu arriscar assim mesmo e começou o tratamento, o qual, felizmente, foi coroado de êxito. Ao final, agradeceu o colega: "Sinceramente, não sei como pagar por tudo o que você fez pela minha neta". O médico simples do interior então lhe diz: "Lembra de um parto difícil que o Sr. fez numa cidade muito pobre, numa mulher de idade, cujo bebê nascera com um pé para trás? Pois é, Dr., sou eu aquele bebê. Foi o Sr. que me trouxe ao mundo. Por isso é que tenho o nome de Smith. É em sua homenagem. Por isso não precisa me agradecer de nada.


O BESOURO É SURDO. Você já ouviu falar algo a respeito do título desta mensagem? Alguns cientistas dizem que o besouro voa porque é surdo. Sim, dizem, se ele pudesse ouvir e entender a linguagem dos homens, compreenderia que suas asas e a anatomia do seu corpo não formam um conjunto harmonioso e predisposto a voar. Mas, o fato é que ele voa. Desconhece os limites que as pessoas lhe impõem e segue adiante em suas tresloucadas aventuras aéreas. Paga o preço por sua audácia e bate-se o tempo todo nos lugares por onde passa. Mas, voa.
Um dia nasceu um menino. Muitos irmãos já o esperavam; e, claro, mais um na família era uma preocupação a mais para quem já dava duro para alimentar tantas bocas. E muitos filhos significava pouco afeto, reconhecimento ou incentivo.
O tal cresce carente do amor essencial à estruturação do corpo e do espírito, e logo vê-se às voltas com violentas depressões. A infância e adolescência são turbadas: trabalha na roça do pai, engraxa sapatos, vende picolés (às vezes em pleno inverno), caqui, doce-de-abóbora e um monte de coisas para ajudar nas despesas. Um dia, a miserável família desmantela-se toda: o pai vê sua empresa quebrar e foge da cidade com a família. Logo vê-se ameaçado de prisão por causa de um tremendo mal-entendido, e acaba "emprestando" os filhos a parentes próximos. O garoto vai trabalhar gratuitamente como empregado doméstico numa outra cidade e acaba perdendo de vista toda a família. O sofrimento torna-se insuportável. Então, para não naufragar, passa a ter em Jesus o consolo que sua mãe lhe ensinara a buscar. Cristão dedicado, alimenta-se das porções de fé que os poucos momentos passados na igreja lhe proporcionam.
Mas, pessoas são carne e espírito, e embora este segundo aspecto fosse bem vivido, não se podia dizer o mesmo do primeiro. A solidão, as duras condições de vida e a carência de afeto haveriam de causar-lhe feridas profundas e amargas que lhe renderiam 7 empregos em apenas 7 anos de trabalho, além de 12 frustradas tentativas de namoro. Ruim, não?
Mas, Deus usava desse sofrimento para prepará-lo para uma vida diferente, pois ninguém cresce na alegria, diz a Bíblia; apenas o sofrimento ensina. Na aflição de dar sentido à sua vida, buscava tão profundamente as coisas que lhe apareciam pela frente - oratória, ensino escolar, psicologia, teologia, filosofia, afetividade, etc. - que forma em si uma considerável bagagem de conhecimentos que haveriam de nortear a sua vida para sempre, e, por conseqüência, a de muitos outros. Mesmo pobre, esforça-se para derrubar as barreiras que contra ele se impõem no dia-a-dia. E, na maioria das vezes, consegue! Uma vez, por exemplo, um padre pergunta-lhe se conhecia alguém que gostaria de estudar Comunicação Religiosa na França mediante uma bolsa de estudos. "Conheço: eu", respondeu. Aí o padre pergunta se ele falava francês. Respondeu que não, mas que aprenderia. Aprende. Um ano depois está em Paris. Aprende ainda italiano, destaca-se com louvor no curso entre os alunos do mundo todo, ganha espaço para ir ampliar seus estudos em estágios nos locais de trabalho dos professores europeus - como Suíça, Espanha, Portugal e Itália -, sempre falando a língua desses países. E o garoto pobre que um dia capinara na roça agora visitava o Louvre...
Voltando ao Brasil, vai para um seminário. Não dá certo, sai, arrenda a Rádio Católica da Diocese para fazer programas sobre Jesus, entrega a rádio sem ter conseguido nem audiência nem lucro, arrisca mais uma namorada (já que para padre não servia), e assim vai - como o besouro, a todos os lugares, sem conseguir ir a lugar nenhum. Chora, angustia-se, morre de pena tanto de si como das pessoas que sofrem, consome-se de zelo pelos afastados de Deus, ajuda todos os que pode, torna-se um empresário razoavelmente bem-sucedido na cidade em que trabalha, mas o coração continua vazio. Cansado, aos 33 anos desiste de Deus e da vida. Pensa no suicídio.
Uma ocasião, então, depois de 3 anos afastado de Deus e da igreja, conhece um casal de evangélicos que lhe mostra um "outro" Deus - na verdade, a figura de Jesus Cristo - e o conduz de volta ao Pai, agora numa igreja diferente, com gritos de "aleluia" e "glória a Deus". Assusta-se, mas, como sempre, recompõe-se, insiste, supera as barreiras e acaba por assumir a nova vida, não sem grandes lutas (como a de perder todos os amigos católicos que agora passam a rejeitá-lo).
Um dia, finalmente(!), casa-se com uma evangélica. Depois, monta um grupinho com dois ou três empresários para estudar a Bíblia uma vez por semana (no fundo queria companhia, porque a Bíblia conhecia de cor), aí o grupo cresce, divide-se em dois, cresce novamente, divide-se outra vez, até que atinge a marca de mais ou menos 300 empresários alcançados pela sua maneira peculiar de ensinar a vontade de Deus: alegre, doce e respeitadora da fé alheia. Hoje, entre outras coisas, gosta de escrever e enviar e-mails falando de Jesus. Como este para você... Sim, sou eu esta pessoa.
Caro leitor, sempre quis escrever este texto. Mas, temia que pensassem que eu estivesse querendo coroar-me, contando vantagens acerca da minha vida e maneira de ser. Mas, não é: ao contrário, sempre digo que não preciso da admiração das pessoas, apenas do seu respeito. Um dia escrevi algo e gostaram. Então, passei a escrever sempre. Só isso.
O besouro voa mal. E eu sou um cara sofrido pra caramba. Estão aí duas verdades irrefutáveis. Só que eu e ele nos fazemos de surdos. Pessoas passaram a vida dizendo que eu nunca daria certo (uns, dizem até hoje). Deus, porém, em Sua palavra, diz que eu sou uma bênção. Amou-me, deu-me forças para agüentar o tranco e aí estou. Por isso ajo como o besouro e tento voar: escrevo a ti, aos jornais, faço reuniões com toda espécie de gente para falar (bem) da vida e de Deus, prego nas casas de pessoas que me convidam e em igrejas, sempre esforçando-me para manter-me em pé, apesar de tudo. E é justamente quando as dores do passado mais machucam meu coração que começo a escrever mensagens como esta. Quando o diabo quer me derrubar, dizendo: "Ei, você não sabe voar! É, isso mesmo: você não pode voar!", aí é que me levanto e vôo novamente. Saio por aí batendo-me pelas paredes - e isso dói, pois não é fácil acreditar sempre -, mas, como disse, faço-me de surdo e prossigo.
No fundo, com esta longa mensagem, queria encorajar pessoas dizendo que elas são uma bênção. Se você não acredita nisso, tudo bem. Mas que você é uma bênção, isso é. Portanto, coragem. Se até o atrapalhado besouro e eu conseguimos "voar", então todos podem. Não conheço ninguém mais atrapalhado do que eu para falar das coisas do céu. Mas, falo. Por isso, se você está no chão, pare de ouvir os outros e levante-se. Arrisque-se. Mande ver, pois você é uma bênção! Pare, como eu parei, de olhar as asas feias e voe. Se você precisasse de lindas asas, Deus lhas teria dado. Porque Ele é justo e é amor. E é porque do jeito que somos — e não como queremos ser — que nos tornamos importantes para os outros.
Feche os ouvidos para os homens e abre-os para Deus.


O COPO DE LEITE. Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome. Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora e jovem mulher lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo d'água. Ela notou que o jovem parecia faminto e assim deu-lhe um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:
- Quanto lhe devo?
- Não me deves nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
- Pois agradeço-lhe de coração.
Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu melhor fisicamente, como também sua fé em Deus e nos homens se fortaleceu. Ele já andava resignado a se render e a deixar tudo, tão desmotivado estava.
Anos depois, essa mulher ficou doente de uma rara enfermidade. Chamaram um médico especialista para estudar seu caso, o Dr. Howard Kelly. Quando ele ouviu o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente, vestido com a sua bata de doutor, foi ver a paciente. Reconheceu na hora a mulher que um dia lhe havia dado um copo de leite. Determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida, passando a dedicar atenção especial à paciente.
Depois de uma demorada luta pela sua vida, ganhou a batalha. Então ele pediu à administração do hospital que lhe enviasse a fatura dos gastos para aprová-la. Ele a conferiu, depois escreveu algo na folha e mandou entregá-la no quarto da paciente.
Ela, vendo o envelope, tinha medo de abri-lo, porque sabia que levaria o resto da vida para pagar todos os gastos. Mas, finalmente leu a fatura. No seu rodapé estava escrito o seguinte: "Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite. (assinado) Dr. Howard Kelly."
Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou agradecido a Deus.

ADVERSIDADES. Ela era uma garota que vivia a se queixar da vida. Tudo lhe parecia difícil e se dizia cansada de lutar e combater. Seu pai, que era um excelente cozinheiro, a convidou, certo dia, para uma experiência na cozinha. Tomou três panelas, encheu-as com água e colocou cenouras em uma, ovos em outra e pó de café na terceira. Deixou que tudo fervesse, sem nada dizer. A moça suspirou longamente, imaginando o que é que seu pai estava fazendo com toda aquela encenação. Depois de tudo fervido, o pai colocou as cenouras e os ovos em uma tigela e o café em outra.
- O que você está vendo? - perguntou.
- Cenouras, ovos e café - respondeu ela.
Ele a trouxe mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela notou como as cenouras estavam macias. Tomando um dos ovos, quebrou a casca e percebeu que estava duro. Provando um gole de café, a garota sentiu o sabor delicioso. Voltou-se para o pai, sorriu e indagou:
- O que significa tudo isto, papai?
- É simples, minha filha. As cenouras, os ovos e o café ao enfrentarem a mesma adversidade, a água fervendo, reagiram de formas diferentes. A cenoura entrou na água firme e inflexível. Ao ser submetida à fervura, amoleceu e se tornou frágil. O ovo era frágil. A casca fina protegia o líquido interior. Com a água fervendo, se tornou duro. O pó de café, por sua vez, é incomparável. Colocado na água fervente, ele mudou a água.
Voltando-se então para a filha, perguntou-lhe:
- Como é você, minha filha? Quando a adversidade bate à sua porta, você reage como a cenoura, o ovo ou o café? Você é uma pessoa forte e decidida que, com a dor e as dificuldades, se torna frágil, vulnerável e sem forças? Ou você é como o ovo: delicada, maleável, casca fina, que se rompe com facilidade? Ao receber as notícias do desemprego, de uma falência, da morte de um ser querido, do divórcio, você se torna dura, inflexível? Quanto mais sofre, mais obstinada fica, mais amarga se torna, encerrada em si mesma? Ou você é como o café, que muda a água fervente, motivo da dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a cem graus centígrados? Quanto mais quente a água, mais gostoso se torna o café, deliciando as pessoas com o seu aroma e sabor. Se você é como o pó de café, então, quando as coisas vão ficando piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
E completou:
- A dor, em você, tem a possibilidade de torná-la mais doce, gentil, com mais capacidade de entender a dor alheia. Afinal de contas, minha filha, como é que você enfrenta a adversidade?

O CEGO E A PAREDE. Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava a descrever ao seu companheiro todas as coisas que conseguia ver do lado de fora.
O homem da cama do lado vivia à espera desses períodos de uma hora, pois o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cores do mundo de fora da janela, a qual dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinários pormenores, o homem no outro lado do quarto fechava os olhos e imaginava a pitoresca cena.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que por ali passava. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas se passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para o banho dos dois e encontrou sem vida o corpo do homem perto da janela, que falecera calmamente enquanto dormia. Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para levarem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse que sim, e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o pobre homem então ergueu-se, apoiado nos cotovelos, e olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma enorme parede de tijolo!
Então o homem perguntou à enfermeira:
- O que teria levado o meu falecido companheiro a descrever-me coisas tão maravilhosas do lado de fora, se tudo o que ele via eram tijolos?
A enfermeira respondeu:
- Meu bom homem, nem sequer tijolos ele via. Ele era cego. Talvez estivesse apenas querendo infundir-lhe coragem...


PARA REFLETIR



PAP: Porta celular de Mesa feito de e.v.a


Olha que coisa mais fofa esse porta celular feito com tema Carros que encontrei na internet pra vcs!
Com um pouco de criatividade vc pode transformar esse enfeite em enfeite de mesa de aniversário e colocar doces,balas e outras guloseimas emcima dele! E se você ir mais além pode tranformá-lo em um porta treco para  presentear os seus alunos no  primeiro dia de aula.
Muito delicado!
Não tenho os moldes, mas olhando o pap vc pode se inspirar e decorar com seu toque pessoal!
vamos aprender?

Passo a Passo:

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Dinâmicas

Geralmente os pais não são muito participativos em reuniões e quando o são não tem muita paciência para esperar o término da mesma, não é verdade? Que tal tornar as suas reuniões mais atrativas e com mais participantes? Abaixo há algumas sugestões de dinâmicas que poderão ser utilizadas nas suas próximas reuniões, sejam elas pedagógicas ou administrativas... Você poderá adaptá-las à realidade de seu local de trabalho, criar lembrancinhas de acordo com as mesmas e entregá-las aos participantes no final da reunião. Use e abuse da sua criatividade.

RECREAÇÃO
Dinâmicas de Grupo
01. Dinâmica: "O feitiço virou contra o feiticeiro"
Objetivo: não faça ou deseje aos outros o que não gostaria para si
Material: papel e caneta
Procedimento: forma-se um círculo, todos sentados, cada um escreve uma tarefa que gostaria que seu companheiro da direita realizasse, sem deixá-lo ver. Após todos terem escrito, o feitiço vira contra o feiticeiro, que irá realizar a tarefa é a própria pessoa que escreveu. "não faça ou deseje aos outros o que não gostaria para si"
Respeito ao próximo.

02. Dinâmica: " Recital das Almas Gêmeas"
Objetivo: É uma atividade muito divertida, que tem como objetivo a descontração e a aproximação entre os membros do grupo.
Material: papel e caneta
Procedimento: Divide-se a turma em duas equipes. Em papeis serão escritas mensagens que se completam (perguntas e respostas ou parte 1 e parte 2). Cada participante deverá pegar um papel, ou mais conforme a quantidade de papeis e participantes, sem deixar que seus colegas vejam o que está escrito. A mensagem será ex: 1 - 'eu sou um jardim sem flor', 2- ' eu sou a flor do teu jardim'. A segunda parte complementa a primeira. É importante que as mensagem sejam criativas e engraçadas. É preciso demarcar quais são as primeiras partes, para que sejam recitadas primeiramente, sendo completadas pela sua respectiva segunda parte.
03. Dinâmica: "Para quem você tira o chapéu"
Objetivo: Estimular a autoestima
Materiais: um chapéu e um espelho
O espelho deve estar colado no fundo do chapéu.
Procedimento: O animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a pessoa que ver e o porquê, sem dizer o nome da pessoa. Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo e o animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. Espero que gostem!
04.: Dinâmica "Caixinha de Surpresas"
Objetivo: Dinâmica do autoconhecimento;Falar sobre si
Materiais: caixinha com tampa, eEspelho
Procedimento:Em uma caixinha com tampa deve ser fixado um espelho na tampa pelo lado de dentro. As pessoas do grupo devem se sentar em círculo. O animador deve explicar que dentro da caixa tem a foto de uma pessoa muito importante (enfatizar), depois deve passar para uma pessoa e pedir que fale sobre a pessoa da foto, e não devem deixar claro que a pessoa importante é ela própria. Ao final, o animador deve provocar para que as pessoas digam como se sentiram falando da pessoa importante que estava na foto.
05. Dinâmica: "Chupa ai"
Objetivo: Estimular o Trabalho em Equipe.
Materiais: Uma bandeija e balas de acordo com o nº de participantes. As balas devem ser colocadas dentro da bandeija.
Procedimento: forma-se um circulo, diga então aos participantes: 'vocês terão que chupar uma bala, só que não poderão usar suas mãos para desembrulhar a bala e colocar em sua própria boca'.
Os participantes ficam loucos pensando como fazer isso, é interessante colocar a bandeija no chão. Alguns participantes até pegam a bala com a boca e tenta desembrulhar na boca.
Espera-se que eles se ajudem, um participante pegue a bala com as mãos, a desembrulhe e coloque na boca do outro.
Muito divertida esta dinâmica!
06. Dinâmica: " do papel"
Objetivo: Descontração
Materiais: pedaço de papel, caneta
Procedimento: Forma-se um círculo e em seguida será distribuído um pedaço de papel para cada um, e uma caneta. Logo após a pessoa irá escrever qualquer pergunta que ela quiser, ex: Porque hoje fez sol? entendeu?!É qualquer pergunta, o que vier na cabeça. Ai logo após o instrutor irá pegar os papéis de todos os participantes, embaralhar e entregar um para cada (só que você não poderá pegar o seu), ai depois de feito isso a pessoa vai responder o que estiver naquele papel que ela pegou. Depois que todos responderem sem um ver o do outro, você vai dobrar seu papel e vai passar 2 vezes para seu lado direito todos juntos. Ai começa a brincadeira. Uma pessoa começa lendo o que está em seu papel, em seguida a pessoa do lado direito ou esquerdo (depende do monitor escolher), digamos que foi pela direita, ai a pessoa vai ler o que está escrito na RESPOSTA dela, e assim sucessivamente, a mesma que respondeu a resposta vai ler a sua pergunta e o vizinho ao lado responderá a sua resposta é muito legal e divertindo causando muitos risos!!!!
07. Dinâmica: "dança da cadeira cooperativa"
Objetivo: essa dinâmica serve para quebrar o gelo e fazer com que os participantes pensem sobre cooperação entre o grupo.
Materiais: 1 cadeira
Procedimento: consiste na brincadeira da dança da cadeira(mesmo procedimento), só que em ao invés dos que ficarem sem se sentar sairem, terão que se sentar no colo do amigo, de modo que ninguém fique em pé. É muito engraçado! Ao final, com apenas uma cadeira todo o grupo terá que se sentar um no colo do outro.
08. Dinâmica: " da rosa" (infantil)
Objetivo: despertar a atitude em preservar o que temos.
Materiais: uma flor (rosa) natural
Procedimento: fazer um círculo, e cada integrante retira um pedacinho da flor, ao final sobrará apenas o talo da flor. O monitor da dinâmica questiona o que aconteceu? Será que podemos consertar o que fizemos? Essa dinâmica pode ser trabalhada com os pequeninos, a fim de preservar os materias dentro da sala de aula, ou preservar o próprio meio ambiente.
09. Dinâmica: " O feitiço virou contra o feitiçeiro "
Objetivo: Mostrar para a turma que antes de pedir para alguém fazer alguma coisa que se coloque no lugar do outro, pois provavelmente ele não faria o que escolheu para o outro grupo fazer.
Materiais: -
Procedimento: Divide-se a turma em dois grupos e pede-se para que cada grupo escolha dois micos para o outro grupo. Após a escolha do mico nomeia-se um lider de cada grupo que fala em voz alta para todos os micos escolhidos.
Após a divulgação o professor diz que o nome da brincadeira é o feitiço virou contra o feitiçeiro e que os grupos farão os micos escolhidos por eles mesmos.
10. Dinâmica: "do deficiente visual"
Objetivo: Essa dinâmica tem como objetivo motivar a confiança em equipe.
Materiais: espaço aberto
Procedimento: Formam-se duplas e um fecha os olhos e se deixa ser guiado pelo o outro, que deve estar com os olhos abertos, depois o papel se inverte. Pode ser colocado uma música de fundo.
11. Dinâmica: "sonhos"
Objetivo: Aprender a respeitar o sonhos dos outros
Materiais: balões coloridos, caneta, papel sulfite e palitos de dente.
Procedimento: O participante deverá escrever em um pedaço de papel seu sonho, dobrar e colocá-lo dentro do balão, que deve ser inflado. Cada um fica com um balão e um palito de dente na mão. O orientador dá a seguinte ordem: defendam seu sonho! Todos devem estar juntos em um lugar espaçoso. A tendência é todos estourarem os balões uns dos outros. Quando fizerem isto o orientador pergunta: _ Por que destruiram os sonhos dos outros? Deixe eles pensarem um pouco e responda para defender o seu sonho você não precisa destruir os sonhos dos outros, basta que cada um fique parado e nenhum sonho será destruído!
12. Dinâmica: "Patinho Feio"
Objetivo: Reflexão
Materiais: Tiras de papel colante, caneta
Procedimento: Colar tiras de papel colante ou escrever em fitas para serem colocadas na cabeça de modo que apareçam palavras as quais deverão ser seguidas pelos colegas que a lerem. Exemplo: beije-me, aperte minha mão,abrace-me, deixe-me, pisque para mim, etc etc.....sendo que apenas um elemento, deverá ficar com a palavra 'deixe-me'. sendo que esse será o único que não será procurado, será o patinho feio (deixe-me). No final, essa pessoa deverá contar como se sentiu, sendo discriminado e deixada de lado.
13. Dinâmica: "Salada de Frutas"
Objetivo: memória e concentração
Procedimento: O grupo senta em círculo e o facilitador diz uma fruta qualquer e aponta para um dos participantes. O participante escolhido deverá dizer a fruta falada pelo facilitador e uma de sua escolha. Aí começa a brincadeira. A pessoa que estiver ao lado direito da escolhida pelo facilitador deverá dizer a fruta do facilitador, da pessoa e a sua.
Exemplo: Facilitador - Maçã; Pessoa 1 - Maçã e Banana; Pessoa 2 - Maçã, Banana e Manga;Pessoa 3 - Maçã, Banana, Manga e Uva e assim sucessivamente até que alguém erre a seqÜência. Para a pessoa que errar pode ser solicitado um 'castigo' ou um 'mico'.
Obs: 1º Em vez de frutas a brincadeira pode ser feita com carros, países, estados, objetos (praia, casa, sala, etc.); 2º Eu faço essa brincadeira com as minhas turmas do grupo de Reciclagem da Língua Portuguesa (in company) e garante ótimos resultados. Como castigo à pessoa que erra, eu faço alguma pergunta sobre o conteúdo já estudado (como revisão), do conteúdo a ser estudado (como hipótese e suposição, para ver o conhecimento da pessoa sobre o assunto) e do conteúdo que está sendo estudado (como reforço). É uma brincadeira simples, mas que garante boas risadas e resultados maravilhosos deixando o ambiente e os participantes super descontraídos.
14. Dinâmica: "das partes do corpo"
Objetivo: estimular a atenção e interação com os colegas
Procedimento: Numa grande roda a pessoa começa a brincadeira dizendo o nome de uma parte do corpo. passando a vez. A pessoa que estiver ao lado determinado irá colocar a mão na parte do corpo que a primeira pessoa falou, e dizer outra parte do corpo passando a vez. A pessoa ao seu lado, já determinado de modo que a vez corra apenas em um sentido, colocará a mão na parte corporal dita pela segunda pessoa e dirá outra parte e assim sucessivamente.
15. Dinâmica: "Descobrindo as qualidades"
Objetivo: Interação
Materiais: quebra-cabeça, pedaços de papel e caneta
Procedimento: Dois grupos formam um círculo, com os componentes intercalados ( ex. um do amarelo, outro do azul e assim em diante até terminar o círculo). Cada componente deve escrever em um pedaço de papel uma qualidade própria (usando apenas uma palavra) e entregar para o participante do lado direito, sendo este o componente do grupo oposto, que deverá fazer mímica para que o seu grupo descubra a qualidade do participante ao lado (grupo oposto), quando o grupo acerta a qualidade logo o outro componente do mesmo grupo anterior que estava fazendo a mímica começa a fazer também a sua e assim sucessivamente . Enquanto isso o líder do grupo oposto está dentro do círculo montando um quebra cabeça, quando ele terminar o tempo acaba e ganha o grupo que descobriu mais qualidades do grupo oposto.

16. Dinâmica: "qualidades e defeitos"
Objetivo: falar das qualidades e defeitos.
Materiais: pedaço de papel, caneta
Procedimento: Entrega-se um pedaço de papel para cada participante e pede que desenhe a mão direita e a mão esquerda. Em cada dedo primeiro da mão direita escreve-se uma qualidade e na esquerda um defeito. O coordenador da dinâmica dá cerca de 20 minutos para escreverem. Ao final discute-se de acordo com o que cada um escreveu, finalizando que é mais fácil falar de características dos outros do que de nós mesmos e encerra dizendo que todos possuímos qualidades e defeitos, porém temos que nos respeitarmos e priorizarmos nossas qualidades.
17. Dinâmica: "Conheço meu filho"
Objetivo: para reunião de pais
Materiais: Papel e caneta
Procedimento: Pedir que os alunos escreva em um papel pequeno a seguinte frase: 'eu amo a minha família'. Não pode ser assinado. Todos pedaços de papel deverá ter um número que corresponda o número que a coordenadora da reunião manterá em segredo. No dia da reunião todos os pepeis serão colocados espalhados em uma mesa e os pais deverão reconhecer a letra do filho e pegar um papel. Depois a cordenadora irá verificar se os pais acertaram e conhece a letra de seus filhos.
18. Dinâmica: "do General"
Objetivo: descontração... causa muitos risos e simpatia entre os participantes
Procedimento: Uma dinâmica para entreter... como uma brincadeira...
Há várias posições nesse jogo, como: lixo, soldado, cabo, sargento, coronel, general etc...
O general começa falando 'Passei a revistar minha tropa e senti falta do...(ele diz o nome de uma das posições)
A pessoa se levanta (a não ser que seja o cargo mais baixo, nesse caso, o General se levanta, e ele continua sentado) e diz 'O ... nunca falta, senhor(o cargo mais baixo não diz senhor ao general)
General - então quem falta?... - Quem falta é o ..., senhor
E assim se procede... até que alguem não se levante, ou levante na hora errada, ou esqueça de dizer 'senhor' ou diga senhor na hora errada
OBS: Se levanta apenas para um cargo mais elevado, e se diz senhor, também apenas para um cargo mais elevado. Nesse caso, a pessoa que errou vai para o cargo mais baixo, e cada pessoa sobe um cargo...Então, começa com o general dizendo 'Passei a revistar minha tropa(...)'
OBS2 - O cargo mais baixo nunca diz senhor ou se levanta para o general, mas para todos os outros participantes, sim...O general nunca se levanta ou diz senhor... apenas para o cargo mais baixo...
OBS3 - se faltarem cargos, pode-se inventar mais alguns, como cocô, ou balde, ou algo assim...

19. Dinâmica: " da folha de revista"
Objetivo:
Material: folhas de revista, pátio ou sala, todos sentados em círculo
Procedimento: Dar uma folha de revista a cada participante e pede para que amassem bastante a folha, após todos amassarem pede para que desamassem novamente deixando a folha como era antes.
Ninguém irá conseguir, então explica-se que a folha representa as nossas palavras que uma vez ditas não podem mais serem consertadas, por isso devemos ter cuidado ao falar para que não venhamos a machucar o próximo, pois uma vez aberta a ferida será dificíl cicatrizar.

20. Dinâmica: " do balão"
Objetivo: Reflexão
Material:balões palitos de dentes uma caixa de bombons ou algum outro prêmio
Procedimento: entrega-se um balão para cada participante e em seguida um palito de dentes, pede-se para todos se espalharem e diz o seguinte: _ganha esta caixa de bombons quem conseguir ficar com o balão sem estourar.
Sem que o instrutor mande todos os participantes correm para estourar os balões dos adversários para ganhar a caixa de bombons, mas geralmente não sobra nenhum balão. Depois o instrutor pergunta: em que momento eu mandei vocês estourarem os balões dos colegas ? E fica com a caixa ou distribui.
Obs: se gostarem divulguem!

Outra Versão:Procedimento: Distribui-se um balão cheio para cada participante e uma agulha ou alfinete. A regra da brincadeira é: Quem ficar até o final sem ter seu balão estourado é o vencedor. Dá-se o tempo de um minuto. Geralmente os participantes estouram o balão uns dos outros, ficando poucos ou nenhum vencedor. Moral da história: Todos poderiam ter sido vencedores pois em momento algum foi dada a regra de que deveriam ter estourado o balão do outro.

21. Dinâmica: " da Pergunta Certa"
Objetivo: Esta dinâmica irá despertar uma atenção maior a concentração e estratégia.
Material: papel e fita crepe
Procedimento: Esta dinâmica para funcionar independe da quantidade de pessoas participantes. Um exemplo, em um grupo o coordenador deverá colar um nome de uma pessoa famosa nas costas dos participantes, sem que eles vejam o que esta escrito, então ganha a dinâmica quem descobrir primeiro o nome que está escrito em suas costas, para ajudá-los eles poderão fazer perguntas entre si como por exemplo 'a pessoa é loira?', mas as respostas so poderão ser sim ou não.

22. Dinâmica: " Carta a si próprio"
Objetivo: Levantamento de expectativas individuais, compromissos consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, automotivação, absorção teórica.
Material: Envelope, sulfite, caneta.
Procedimento: 20'
Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu (sua) melhor amigo (a). Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias. Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa). O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).

22. Dinâmica: " da Bexiga"
Objetivo: Mostrar que nem sempre os caminhos mais fáceis são os melhores, aliás quase nunca. Se precisarem da ajuda de outro diga, que quando não conseguimos vencer algo sozinhos (vícios, frustações etc.) podemos pedir ajuda a outra pessoa, mais velhas (no caso de adolescentes).
Material: bexigas coloridas; fitilha (fita de presente); mini balas; tirinhas de papel com palavras boas e ruins do tipo sucesso, amor, paz, vida eterna, mentira, drogas.
Chegue antes para preparar a sala.
Coloque uma tirinha de papel com um dizer 'ruim' encha a bexiga e coloque uma fita longa, cole no teto essa bexiga, de forma que fique fácil de pegar, dessa forma vá dificultando as bexigas e 'melhorando' as palavras até a última bexiga, no nosso caso foi Vida Eterna, coloque balas junto com a palavra chave, se ninguem alcançar diga que pode pedir ajuda um ao outro.
Público: pode ser feito com pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos, mudando as palavras para cada faixa etária. Boa sorte!

domingo, 23 de janeiro de 2011

Modelos de crachás





















Of!!! De educador e louco todo mundo tem um pouco!
A gente não sossega nem mesmo nas férias...
Olha quantas sugestões boas para confeccionar crachas 
de identificação dos alunos. Muitos fofos não é mesmo?
É isso que nos move, esse entusiasmo!
Vamos lá, mãos à obra!

                                                            Trabalhando com crachás





Sugestões de atividades com crachás (nomes)

Espalhar os crachás no meio da sala e pedir para que os alunos procurem qual é o seu;

Misturar os crachás no chão, para que separem os nomes dos meninos dos nomes das meninas;

Separar os crachás cujos nomes comecem com a mesma letra;

Separar os crachás que terminem com a mesma letra;

Usar os crachás para fazer a chamada diária;

Separar os crachás cujos nomes tenham o mesmo número de letras;

Colocar os nomes em ordem alfabética;

Contar a quantidade de vogais e consoantes do nome;

Observar se há repetição de letras;

Escrever novas palavras com as letras do nome;

Trabalhar com alfabeto móvel, para que cada aluno monte o seu nome e dos colegas;

À partir do nome escrito numa folha de papel:

_ pedir para que a criança ilustre cada letra;

_ dobre a folha ao meio e recorte acompanhando o contorno das letras... que bicho será que vai dar???

_ Inventar uma historinha do bicho que deu no recorte do nome... Montar um mural com os desenhos formados... e com o nome escrito pela criança!!!
O TRABALHO COM O NOME PROPICIA...
trabalho com nome propicia ao aluno:



Diferenciar letras e desenhos;

Diferenciar letras e números;

Diferenciar letras, umas das outras;

Refletir sobre a quantidade de letras usadas para escrever cada nome;

Refletir sobre a função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;

Sistematizar a orientação da escrita: da esquerda para a direita;

Entender que se escreve para resolver alguns problemas práticos;

Conhecer o nome das letras;

Ter contato com amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);

Desenvolver as habilidades grafo-motoras;

Contato com fonte de consulta para escrever outras palavras.

O desenvolvimento das atividades seguintes deve orientar-se no sentido de despertar na criança a curiosidade e o desejo de conhecer o significado da palavra escrita e a compreensão do seu uso social.
ATIVIDADES PARA O TRABALHO COM O NOME

ATIVIDADES COM O NOME


Achar o seu crachá que estará embaralhado no meio da roda e colocar no quadro de pregas de letras de acordo com a inicial do nome, os crachás restantes deverão ser contados, pois são os alunos ausentes.



Batata – Quente, onde todos em roda ouvem uma música, enquanto vai passando um objeto qualquer, ao parar a música quem estiver com o objeto deverá dizer o seu nome, pegar o seu crachá no meio da roda, identificando-o dentre os demais e guardá-lo no quadro de pregas, na respectiva inicial;
Todos em roda, em pé, recebem um crachá qualquer, ao sinal da professora cada um deverá ir em busca de quem está com o seu crachá, ao encontrar troque de crachá e coloque-o no quadro de pregas;
Escolher no meio da roda um crachá de um amigo e entregá-lo ao seu dono que deverá guardá-lo no quadro de pregas.
Cada um ao chegar, deverá localizar o seu crachá na mesa, escrever seu nome na lousa e guardar o crachá no quadro de pregas, contaremos quantas crianças vieram e quantas faltaram

Cada um deverá pegar o seu crachá que estará no meio da roda, então cada um contará a quantidade de letras que tem o seu nome e deverá encontrar amigos que tem a mesma quantidade de letras, os crachás serão guardados na ordem crescente da quantidade de letras, isto é, do nome menor para o maior;
Cada um pega o seu crachá no quadro de pregas e andam aleatoriamente pela sala. Ao sinal da professora, deverão fazer uma cobra colocando os crachás em ordem alfabética observando a letra inicial, falar onde mais usamos esta ordem (agenda telefônica, dicionário, lista da escola, etc.);

Utilizar crachás para fazer uma lista fixa de nomes, dentro da sala, em ordem alfabética, onde cada um colará o seu nome;
Bingo - utilizar o crachá para brincar bingo, de forma que cada aluno recebe uma tira quadriculada de papel de acordo com a quantidade de letras que diz ter o seu nome, registra o mesmo com uma letra em cada quadrado. Na hora do bingo ao ser sorteada sua letra, este quadrado deverá ser pintado;
Bingo com cartelas contendo mais de um nome.
OBS: a maioria das atividades propostas àcima só poderá ser feita com alunos que estejam em nível da pré- alfabetização ( 5 à 6 anos ou 6 à 7 anos) dependendo do nível de aprendizagem da turma. 

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